Permitimos a distância na ilusão de ter paz,
Nossos segredos se entortam onde tudo quer verdade,
Tiniam as ferroadas,
Que foi colhida metal nobre para nossa aliança,
Despovoamos a nossa intimidade,
Ao recolhermos passivos,
A penumbra que a solidão palpava,
A sanidade mentida em nossos risos sem graça,
Nas calmas variantes,
Nos arroubos dos que não detém a tranquilidade,
Fustigamos finas lâminas em contemplação desesperada,
Inundava a nossa pele a infiltração febril...
E nos delírios de fraqueza desvirtuada,
Nos chamamos totalmente desarmados,
Olhamos em volta,
Não nos encontramos.
Alexandre do Canto











