A arte bélica da política anda bombardeando nossos corações com suas mentiras,
O calculismo friorento usa o braço mais forte dos veículos de comunicação,
Canções pejorativas gritam suas demandas insanas,
Querem ofuscar as canções de infância e a lembrança das cirandas,
Escravidão cruel cravejada de segundas intenções, propaganda e marketing,
Querem ofuscar o discernimento e a consciência da nossa juventude,
Choro escondido do herói e do bandido quando me sinto ou me chamam de perdido,
Aonde está a centelha de humanidade que divide o pão
e ama ao próximo como se fosse a si mesmo?
O povo anda a muito insatisfeito,
estão usando calhorda mente o nosso dinheiro,
Enchem o rabo com bilhões de cifrões,
Lembro-me das propagandas onde os charlatões diziam conhecer nossas carências,
Se sabem de nossa situação,
Porque pisam em nossas cabeças e cagam para as nossas despesas?
Será que não sabem que o nosso futuro
Também inclui o futuro dos filhos deles?
E nas madrugadas caladas pelo medo,
Os bardos entoam suas baladas de resistência contra a opressão,
e a pretensa imensidão das pedras do caminho.
Alexandre do Canto
O calculismo friorento usa o braço mais forte dos veículos de comunicação,
Canções pejorativas gritam suas demandas insanas,
Querem ofuscar as canções de infância e a lembrança das cirandas,
Escravidão cruel cravejada de segundas intenções, propaganda e marketing,
Querem ofuscar o discernimento e a consciência da nossa juventude,
Choro escondido do herói e do bandido quando me sinto ou me chamam de perdido,
Aonde está a centelha de humanidade que divide o pão
e ama ao próximo como se fosse a si mesmo?
O povo anda a muito insatisfeito,
estão usando calhorda mente o nosso dinheiro,
Enchem o rabo com bilhões de cifrões,
Lembro-me das propagandas onde os charlatões diziam conhecer nossas carências,
Se sabem de nossa situação,
Porque pisam em nossas cabeças e cagam para as nossas despesas?
Será que não sabem que o nosso futuro
Também inclui o futuro dos filhos deles?
E nas madrugadas caladas pelo medo,
Os bardos entoam suas baladas de resistência contra a opressão,
e a pretensa imensidão das pedras do caminho.
Alexandre do Canto




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